De manhã a bióloga Ana Meiga explicou o objetivo da pesquisa, nos passou informações relevantes sobre a Mata Atlântica e nos mostrou o quanto é importante a nossa contribuição para a realização da pesquisa, que tem com objetivo entender a relação entre a qualidade da floresta a biodiversidade de mamíferos de médio e grande porte e serviços ecossistêmicos (água e estoque de carbono).
No primeiro dia de trilha a equipe estava motivada, quando adentramos a mata podemos notar o som dos pássaros cantando, o cheiro do mato e o que mais chamou a nossa atenção foi as pegadas dos animais que vivem na floresta.
A pesquisadora Paula Prist identificava as pegadas e compartilhava com a equipe. Hoje vimos pegadas de cachorro do mato, quati, gato do mato pequeno, tatu galinha e mão pelada. O que mais chamou a atenção foi uma perereca rosada que a bióloga pegou na mão e todos nós tivemos a oportunidade de registrar o momento. Encontramos também uma jararaca escondida na beirada de um barranco.
Durante a trilha foram montadas armadilhas fotográficas para monitorando dos mamíferos noturnos. Atravessamos um pequeno rio e a sensação de andar na água foi maravilhosa! Estamos muito empolgados com esta expedição e o entrosamento da equipe está sendo fundamental, todos estão bem engajados na causa e o bom humor é constante.
- Elaine Generoso e Karen Monteiro -
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